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O que significa o Natal? Esta festa tão popular, que
já atingiu países tão distantes e fechados como o Japão e a China,
e que é comemorada em todo o mundo sempre foi sinônimo de alegria!
Mas, qual seria o seu real fundamento? Seria o Natal uma festa genuinamente
cristã? Precisamos conhecer suas origens para percebermos o que
tem sido feito durante séculos e história, a fim de que entendamos
o real significado do Natal e também possamos nos posicionar e escolher
entre celebrarmos as "Festas do Senhor" ou continuarmos a celebrar
festas pagãs na Igreja! |
O engano histórico - sempre foi
assim...
Noite Feliz, noite feliz.... O Natal deveria ser uma época de sonho, de
alegria, de auto-doação, de caridade, de amor, enfim, de felicidade. Deveria
ser uma época em que todas as pessoas pensassem apenas em ser boas, em
ajudarem aos outros, em sorrirem, em falarem palavras doces, em serem
amáveis. A ocupação principal dos cristãos deveria ser cantar hinos de
louvor a Deus pelo nascimento de Jesus, lerem a história desse maravilhoso
acontecimento que mudou o curso da história da humanidade, e agradecerem
a Deus pelo Maior Presente de Natal que a humanidade já recebeu - a própria
pessoa de JESUS, o Deus Menino. Houve tempos em que o Natal era assim,
todos se preparavam, durante o mês de dezembro, para comemorar o Natal
da maneira mais pura possível.
Todos se esmeravam em ser bons, amáveis, cordatos... todos deixavam as desavenças
para outra época, e tudo eram mesuras, sorrisos, alegria, paz. Foi então
que os negociantes descobriram que o costume de dar presentes durante a
época do Natal podia propiciar-lhes maior fonte de renda. Os mais gananciosos
começaram a dedicar todos os seus esforços para transformar o Natal em uma
época de Vendas Especiais, de maiores lucros, de "records" de comercialização.
E começou a procura infindável de produtos que pudessem chamar a atenção
dos possíveis compradores, de técnicas de venda que apelassem para os melhores
sentimentos altruísticos da época do Natal, que, enfim, levassem o maior
número possível de pessoas a esvaziarem os seus bolsos e bolsas, a fim de
encher o bolso dos empresários.
E então começou
a ser criado um mercado específico e característico da época natalina,
com artigos supérfluos, mas que todo mundo acha importantes e necessários,
cujo único objetivo é enriquecer quem os vende: bolas coloridas para enfeitar
a árvore de Natal, a própria árvore que agora não é mais cortada do bosque,
mas comprada nas lojas, desmontável, feita de plástico; séries de lâmpadas
multicoloridas, com dispositivo pisca-pisca, para enfeitar a mesma árvore;
festões de papel ou de plástico para serem estendidos dentro de casa;
coroas do mesmo material para serem colocadas na porta de entrada da casa;
cartões de felicitações, coloridos lindamente e com frases de efeito,
cheias de carinho... Além disso, o próprio público, quando começa o mês
de dezembro, já começa a preparar as listas de presentes e a relação do
nome das pessoas para quem "precisa" mandar presente, um cartão de Natal,
um telegrama, ou para quem precisa telefonar. Assim, o Natal tornou-se
uma ocasião em que se gasta mais do que se pode; em que se sente a "obrigação"
de dar um presente para alguém, porque essa pessoa nos presenteou no ano
passado... porque nos fez um favor... porque é amigo íntimo.... porque...
Assim, os presente não são "dados", mas existe uma "troca" de presentes.
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Os presentes tornam-se uma espécie de pagamento por benefícios
re-cebidos durante o ano, de reconhecimento por favores especiais,
de demonstração de gratidão ou de carinho especial. Haja vista que,
dependendo da posição que a pessoas ocupa numa empresa, recebe incontável
número de presentes. Onde está o espírito do Natal? Porque Deus
amou o mundo de tal ma-neira que deu... deu... deu... (João 3:16)
sem esperar receber nada de volta. Hoje em dia, na época de Natal,
quando alguém dá um presente, é porque já recebeu algo da pessoa
presenteada, ou então espera receber dela alguma coisa. |
Uma demonstração bem
clara de que não há o mínimo espírito cristão na maneira atual de comemorar
o Natal é um fato que deixou admirados alguns cristãos ocidentais que
visitaram o Japão recentemente. Apesar de ser um país pagãos, em que apenas
uma minoria é cristã, em dezembro as ruas se enchem de gente fazendo compras,
há uma árvore de Natal em cada casa, e a figura do Papai Noel aparece
em todas as lojas. E isto está acontecendo em todo o mundo. Países em
que o cristianismo é perseguido e até banido, comemoram o Natal como uma
festa de fraternidade humana, de congraçamento, de alegria; contudo, o
verdadeiro dono da festa, nosso Senhor Jesus Cristo, está totalmente ausente
dessas comemorações. Geralmente Ele não é nem mencionado, nem lembrado.
A fé em Jesus não rende lucros, não engorda a conta bancária de ninguém;
portanto, está sendo extirpada das comemorações do Natal. Outro aspecto
negativo é o exagero de grande parte das pessoas em comer e beber nessa
época. Parece que os cristãos usam especialmente a época do Natal para
dar lugar à carne, comendo e bebendo a mais não poder. Pessoas circunspectas,
que jamais bebem uma gota de álcool durante o ano, no Natal não resistem
à tentação de participarem de uma ceia especial regada a bebidas alcóolicas,
com muita carne e outros alimentos indigestos. Recentemente várias pessoas
se manifestaram sobre o que sentem durante o Natal: algumas se sentem
solitárias, outras se sentem frustadas por falta de dinheiro, outras sentem
ressentimento contra alguém, muitas se sentem cansadas pelas tarefas desse
dia. Comerciários trabalham até altas horas, para que seus patrões fiquem
mais ricos, etc. Em resumo, a comemoração do Natal se tem revestido de
características não cristãs, decididamente pagãs. Não há diferença entre
a comemoração do Natal em um país chamado cristão, como Brasil ou França,
e em um país chamado budista, como o Japão. Por que acontece isso?
O Natal, da maneira e na época em que é comemorado atualmente, não passa
de uma festa pagã. Isto nos leva à conclusão de que os verdadeiros cristãos
precisam mudar drasticamente a maneira de comemorar o nascimento do seu
Salvador. Urge uma mudança drástica nessa comemoração, para conformar-se
novamente aos padrões bíblicos, e ao que a Palavra de Deus nos ensina
e recomenda acerca desse dia.
O pinheiro de Natal
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Um dos símbolos mais marcantes do Natal é a árvore de
Natal, geralmente um pinheiro, iluminada com séries de lâmpadas
minúsculas e coloridas, munidas de um dispositivo que as faz se
acenderem e apagarem intermitentemente. Geralmente, uma estrela
brilhante coroa essa árvore, pois ela é outro símbolo do Natal,
da maneira como ele é comemorado hodiernamente. Qual é a origem
da árvore de Natal? Várias lendas européias tentam explicar o motivo
porque ela é usada como símbolo do Natal. Na verdade essas lendas
estão ligadas quase sempre ao fato de que algum povo da Europa Central
ou da Escandinávia adorava árvores. Sacrifícios eram feitos na Escandinávia
ao deus Thor, sempre ao pé de alguma árvore bem frondosa. A Enciclopédia
Barsa diz textualmente: |
"A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo
de S. Bonifácio (cerca de 800 d.C.). Foi adotada para substi-tuir os sacrifícios
ao carvalho sagrado de Odin (deus germânico, demônio das tempestades -
observações do autor), adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino".
Os povos da Escandinávia (região que compreende a Suécia e a Noruega)
outrora adoravam árvores. Quando se tornaram cristãos, fizeram das árvores
de folhas duras (pinheiros, ciprestes, etc.) uma parte importante dos
seus festivais cris-tãos. Em outras palavras, um exemplo flagrante de
simples transposição de costumes pagãos para a igreja cristã - evidência
de que não houve conversão total e genuína, mas de que aquelas pessoas
simplesmente "viraram cristãs" sem uma profunda experiência com Jesus.
O costume de decorar casa e igrejas com festões e guirlandas de cipreste
(ou imitações manufaturadas dele) começou nos tempos antigos.
Os romanos trocavam entre si ramos de árvores verdes como sinal de que
desejavam boa sorte, nas calendas (primeiro dia) de janeiro. Os ingleses
tomaram este costume emprestado para usá-lo durante as comemorações do
Natal. Os alemães provavelmente foram os primeiros a enfeitarem as árvores
de Natal. Eles decoravam as suas árvores com estrelas, anjos, brinquedos,
castanhas douradas e bolas envolvidas em papéis brilhantes. Mais tarde
eles acrescentaram lantejoulas e velas acesas. Esses costumes foram copiados
por outros povos europeus com pequenas modificações, daí passaram para
os Estados Unidos, e daí chegaram até o Brasil e todo o resto do mundo.
Em outras palavras, não há nenhuma base genuinamente cristã para se ter
introduzido a árvore ou o pinheiro de Natal nas comemorações do nascimento
de Jesus. Pelo contrário, é costume emprestado das religiões pagãs da
Europa Medieval, e da Roma primitiva. Além disso, existe uma indicação
bem clara de que já na época de Jeremias os pagãos costumavam cortar árvores,
trazê-las para sua casa, enfeitá-las, e dessa forma exercerem uma espécie
de culto pagão à natureza, mais especificamente à árvore (ver Jeremias
10:2-4).
Podemos então constatar que um dos símbolos mais característicos do Natal,
da forma como é comemorado em nossos dias, é de origem pagã, e está umbilicalmente
ligado com a idolatria. O mesmo poderíamos dizer de outros costumes natalinos,
como o presépio. Segundo a tradição, ele foi introduzido no século XIII,
por São Francisco de Assis. Na Irlanda as pessoas deixam uma vela acesa
na janela, para iluminar o caminho do Menino Jesus na Véspera de Natal,
como se não fosse Ele próprio a Luz do Mundo. A nossa conclamação é para
que todos os genuínos cristãos deixem de lado os costumes pa-gãos, a fim
de comemorar o nascimento de Jesus como Ele gostaria que fosse comemorado.
Papai Noel
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A palavra Noel significa Natal em francês. Portanto,
a expressão Papai Noel significa literalmente Papai Natal. Quem
é esse "bom velhinho" que entrou sorrateiramente nas comemorações
do Natal, sem ser convidado ou benvindo? Essa figura e o costume
de ligá-lo com o Natal, não tem nenhuma base bíblica, e - pior do
que isto - não tem origem cristã, mas é uma figura decididamente
pagã, transplantada para o cristianismo pelos povos que não experimentaram
uma conversão genuína a Jesus, mediante uma experiência verdadeira
de salvação, mas simplesmente "viraram cristãos" por conveniência,
injunções políticas ou econômicas, ou então por ignorância e falta
de ensino verdadeiramente bíblico, misturaram práticas pagãs com
a mensagem do Evangelho, trazendo costumes estranhos ao cristianismo
para o seio da igreja cristã. Qual é a origem do Papai Noel? Quase
certamente a sua origem é pagã. Há, contudo, quem ligue o mito de
Papai Noel com a lenda de São Nicolau. |
São Nicolau foi bispo
de Mira, na Ásia Menor, no século IV. Tornou-se famoso por sua generosidade;
muita gente passou a crer que qualquer dádiva feita de surpresa vinha
dele. O povo da Holanda escolheu São Nicolau como patrono das crianças,
e a sua fama pouco a pouco se espalhou. Em vários países europeus as crianças
crêem que São Nicolau é quem lhes traz os presentes que recebem do Natal.
Contudo, muito mais disseminada é a figura do velho gordo, barbudo, bigodudo
e sorridente, de cabelos completamente brancos, que vem voando pelo céu
guiando um trenó puxado por duas ou mais juntas de renas, que o identifica
como proveniente do polo norte, pois é onde se usa trenó, e onde vivem
as renas.
Em outros países:
- na França ele é chamado de Pére Noel;
- na Itália, La Befena;
- na Suíça, Christkindli numa visível tentativa de confundí-lo com Jesus
Cristo.
Ainda na Europa, onde as lareiras estão sempre acesas durante essa época
do ano, por se comemorar o Natal bem no meio do inverno, difundiu-se a
crença de que Papai Noel entra nas casas pela chaminé da lareira. Por
isso as crianças são instadas a deixarem sua meia ou sapato no lugar bem
visível, para que Papai Noel, ao chegar, os encha de doces, balas ou bombons,
além de presentes vários, como brinquedos e outros objetos. Essa idéia
desenvolveu-se de uma antiga lenda norueguesa. Os noruegueses criam que
a deusa Hertha aparecia na lareira e trazia boa sorte para o lar. Esse
costume chegou no Brasil e não são poucas as crianças que acreditam piamente
que os presentes que receberam foram trazidos por Papai Noel. Mais tarde,
ao crescerem, descobrem que isso não passava de mentira, o que as leva
a relacionar a festa do nascimento de Jesus como uma das maiores mentiras
que lhes foi impingida em sua infância.
Subliminarmente, isso as inibe de acreditarem em Jesus, pois se um fato
central do Natal como a figura de Papai Noel provou-se ser pura lenda,
porque não é lenda o resto dos fatos relacionados com o Natal? Outra coisa
que deixa tristes os cristãos que desejam ver a igreja de Cristo em toda
a sua pureza e resplendor é o fato de homens sérios, cristãos devotos,
que jamais teriam a coragem de vertir uma fantasia de CARNAVAL, NÃO SE
ACANHEM DE FANTASIAR-SE DE PAPAI NOEL, e "fingir" que distribuem às crianças
da igreja os presentes que seus próprios pais já haviam comprado de antemão...
E esse velho mitológico está, pouco a pouco, tomando o lugar do personagem
que deveria ser o dono da festa, ao ponto de o Natal, ao invés de ser
chamado FESTA DE JESUS, estar recebendo o título de "FESTA DE PAPAI NOEL".
Quando Jesus nasceu?
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A conclusão surpreendente
a que chegamos é de que Jesus não nasceu nem poderia ter nascido
em dezembro, pois não poderia usar para nascer uma data de festividade
pagã, como a Saturnália romana ou o natalis invicti solis, mas usou
uma festa ju-daica, a Festa de Tabernáculos, que no calendário judaico
corresponde ao sétimo mês (que cai entre o fim de setembro e o fim
de outubro do nosso calendário), como ocasião para vir ao mundo.
Essa conclusão é possível graças a uma análise mais acurada das
Escrituras nos textos que nos falam sobre o nascimento de Jesus.
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A evidência encontra-se
no texto de Lucas, no capítulo 2, onde nos é dito: "Ora, havia naquela
mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias
da noite o seu rebanho" (Lc 2:8). Os pastores guardavam seus rebanhos
nos apriscos descobertos, pois não havia ainda chegado o inverno. No hemisfério
sul, o mês de dezembro situa-se no verão, ou seja, as temperaturas são
sempre elevadas, com chuvas ocasionais. Mas não é assim no hemisfério
norte! Ali é inverno! Pensemos então: se Jesus nasceu em dezembro, como
poderiam os rebanhos estarem no campo sem nenhuma proteção, visto ser
frio naquela região nesta época? Ainda hoje, em Jerusalém, chega a nevar
nos últimos dias de dezembro! Outra coisa que nos informa a escritura
é: "E isto vos será por sinal: Achareis um menino envolto em faixas, e
deitado em uma manjedoura" (Lc 2:12). Poderia um recém-nascido suportar
o frio do inverno (inclusive com neve) deitado numa manjedoura (em um
estábulo sem proteção) e somente envolto em panos? Creio que não! Não
podemos deixar de notar que os pais de Jesus tiveram de ficar "hospedados"
numa estrebaria, pois os hotéis e quartos da cidade já estavam lotados!
Isso significa que havia algum evento na cidade que fez com que muita
gente viesse para Jerusalém. Segundo o calendário judaico, em dezembro
não ocorreria nenhuma das três grandes festas bíblicas e a cidade, portanto,
não estaria cheia de gente nessa época! Porém, no mês de setembro / outubro
ocorreria a festa dos Tabernáculos e esse evento traria muitas pessoas
à Jerusalém! Também nessa época o clima ainda não estaria frio, mas seria
ameno e o menino poderia nascer ali tranqüilamente! Quero chamar a sua
atenção para um fato: Jesus nasceu justamente na época que deveria nascer,
pois João nos diz: "E o Verbo se fez carne, e habitou (tabernaculou -
no original) entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória,
como a glória do unigênito do Pai" (Jo 1:14)! Isso não é lindo? Ele nasceu
(tabernaculou) justamente numa festa dos Tebernáculos! As coisas de Deus
sempre fazem sentido! Nada é feito por Ele de forma a trazer confusão
ao seu povo!
Natal é igual à vínculos com demônios!
Agora podemos dizer o seguinte: o Natal é uma festa totalmente pagã e
quem participa deste tipo de festividades atrai sobre si muito males.
Satanás é muito sagaz, e usa de vários artifícios para "prender" o homem.
Nós sabemos que quando participamos de qualquer celebração, evento, ou
festividade voltada para o mal, os demônios tem direito legal a criar
vínculos para amarrarem e amaldiçoarem as vidas que assim agem! Isso tem
sido assim desde há muito tempo e a igreja dita cristã recebeu o Natal
como uma herança nefasta do catolicismo romano e temos até hoje "celebrado"
o Natal como se a festa fosse uma "celebração ao Senhor!" Nós podemos
até não gostar disso, mas teremos de admitir: esta e outras festas nos
foram dadas por Satanás para nos prender e para que ele e seus demônios
evitem que o povo de Deus recebe do Eterno a plenitude de suas bênçãos!
Você poderá escolher entre obedecer à Deus e à sua Palavra ou caminhar
de acordo com tradições humanas, mundanas e demoníacas, que aprendemos
ser cristãs, mas em sua essência (e também na aparência) nada tem a ver
com o Deus Eterno!
Conclusão:
O natal é sem dúvida a maior celebração conjunta, e que "une" os povos
de todo o mundo nesta época do ano. Negar tudo isso seria estupidez. Porém,
devemos admitir que tudo isso nada tem a ver com Deus e com Sua Palavra,
e por isso somos chamados a escolher entre o certo e o errado: "Mas a
palavra está mui perto de ti, na tua boca, e no teu coração, para a cumprires.
Vê que hoje te pus diante de ti a vida e o bem, a morte e o mal. Se guardares
o mandamento que eu hoje te ordeno de amar ao Senhor teu Deus, de andar
nos seus caminhos, e de guardar os seus mandamentos, os seus estatutos
e os seus preceitos, então viverás, e te multiplicarás, e o Senhor teu
Deus te abençoará na terra em que estás entrando para a possuíres. Mas
se o teu coração se desviar, e não quiseres ouvir, e fores seduzido para
adorares outros deuses, e os servires, declaro-te hoje que certamente
perecerás; não prolongarás os dias na terra para entrar na qual estás
passando o Jordão, a fim de a possuíres. O céu e a terra tomo hoje por
testemunhas contra ti de que te pus diante de ti a vida e a morte, a bênção
e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência,
amando ao Senhor teu Deus, obedecendo à sua voz, e te apegando a ele;
pois ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias; e para que habites
na terra que o Senhor prometeu com juramento a teus pais, a Abraão, a
Isaque, e a Jacó, que lhes havia de dar" (Dt 30:14-20). Agora só depende
de nós! Podemos optar pela obediência e pela vida, mas também nos é dada
a liberdade para optarmos pela desobediência e pela morte! Faça sua escolha!
Obs:
Para saber mais sobre esta e outras festas pagãs, favor consultar o livro
"Festas Pagãs na Igreja" do mesmo autor.
Baruch
Há Shem!
Bendito seja o Nome!
Contatos com o autor:
mmoreno@shemaysrael.com.br
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