O
Senhor dos Anéis
"Se voce for fazer uma critica para 'O Senhor dos Aneis' tao ou igual a que fez para 'Harry Potter' posso lhe garantir que voce nao viverá mais sossegado na sua 'doce e bela vida'. Caso voce nao saiba esse ano alem de ter o filme do Harry, terá tambem o filme do 'Senhor dos Aneis', nao é bem legal?" "MAGO CLOW" magoclow@bol.com.br O texto acima faz parte de um longo, maçante e importuno e-mail que recebi por conta da série de artigos sobre Harry Potter, que escrevi e que foram publicados neste e em outros espaços. Ri bastante com a pretensão e com o tom desafiador do "Mago Clow", mas como sou um pouco teimoso e inconformado, já havia decidido escrever sobre J. R. R. Tolkien e O Senhor dos Anéis. Primeiro que, como um crente, meu compromisso é com a Verdade e depois como jornalista, não posso recuar diante da mentira e do engano. Eis aí as minhas razões e o meu artigo. Quem foi J. R. R. Tolkien? John Ronald Reuel Tolkien, nasceu em 1892 na África do Sul para onde seu pai, cidadão inglês, havia sido transferido a trabalho. Morreu em dois de setembro de 1973 na Inglaterra. Tolkien foi um prolífico e criativo escritor e levou anos para idealizar e produzir sua contribuição literária ao mundo. Mais do que uma trilogia, o épico O Senhor dos Anéis representa a gênese das aventuras de RPG e de praticamente toda a literatura referente a mundos místicos e a seres mágicos. Uma das criações de Tolkien, O Senhor dos Anéis (best seller desde sua publicação em 54), foi eleito o livro do século por europeus e norte-americanos. O Senhor dos Anéis é o relato de uma aventura maniqueísta entre o bem e o mal. Conta à história de Frodo Bolseiro, que empreende longa jornada pela Terra Média, para salvar um anel ameaçado pelo avanço das forças malignas, que buscam tomá-lo do seu guardião. "Cuidado com dragões, gnomos e magos; eles
estão por toda a parte. Essas criaturas já fazem sucesso
há anos, seja no mundo fantástico criado pelo escritor inglês
J. R. R. Tolkien, ou na recente série de livros do aprendiz de
feiticeiro Harry Potter. Mas agora elas prometem conquistar um reino ainda
maior. No Brasil, acaba de ser lançado Harry Potter e o Cálice
de Fogo, o quarto volume de uma série escrita pela escocesa J.
K. Rowling, que já vendeu cerca de 100 milhões de exemplares
no mundo todo. E, no final do ano, deve estrear nos Estados Unidos, além
de um filme com o aprendiz de feiticeiro, a primeira parte da trilogia
de O Senhor dos Anéis, baseada na série de livros que consagraram
Tolkien como o maior escritor de ficção fantástica
da atualidade". Gnomos, elfos, dragões, misticismo, seres mágicos? Você deve estar se perguntando se tudo isto está na narração de Tolkien? Tudo isto e muito mais. Mas antes de continuarmos com os comprometimentos do Senhor dos Anéis, vamos ao filme. Somente o site www.lordoftherings.net, endereço oficial do filme na internet, teve em poucos dias mais de 420 milhões de acessos. As filmagens abrangem a trilogia completa ao custo de U$ 270 milhões, sendo que foram vendidos mais de 50 milhões de exemplares da trilogia no mundo inteiro. O esquema de marketing e publicidade do filme inclui a exibição de um trailer de vinte e seis minutos em seções especiais onde são convidados profissionais de imprensa e formadores de opinião, além de grandes verbas destinadas à divulgação. Especialistas estimam que o filme vai ter o maior faturamento da história do cinema em todos os tempos, o único e grande rival é exatamente Harry Potter - o filme, que deve ser lançado na mesma época. Afirmam ainda que Titanic não será páreo para O Senhor dos Anéis. Voltemos aos comprometimentos. Embora os aficionados de Tolkien, estrebuchem juntamente com os potterianos há sim comprometimento espiritual nas respectivas narrativas. A reportagem da Revista Veja edição 1671 18 de outubro de 2000 http://www2.uol.com.br/veja/181000/p_158.htm, diz o seguinte: "É aí que entra o segundo efeito colateral da mania Potter. Uma série de escritores de literatura infanto-juvenil vem pegando carona na vassoura do jovem mago, graças à descoberta dessa nova brincadeira - a leitura. À esperado terceiro volume, que chega em dezembro, as crianças vão às livrarias em busca de obras com temática semelhante. E acabam encontrando escritores fundamentais do gênero, que décadas atrás já haviam criado mundos tão encantados quanto aquele imaginado pela "mãe" de Potter, a escocesa J.K. Rowling. Mestres no assunto, os autores Roald Dahl, C.S. Lewis e J.R.R. Tolkien compõem a linha de frente desse time". A temática de Harry Potter é por demais conhecida e dispensa maiores comentários. Numa famosa entrevista que Tolkien concedeu em 1971 para a rádio BBC de Londres algumas perguntas foram feitas a ele. O entrevistador foi Dennis Gerrolt para o programa Now Read On da BBC rádio 4. Eis algumas delas: Gerrolt: Frodo aceita o fardo do Anel e ele encarna como grande caráter às virtudes de longo sofrimento e perseverança. Pelas ações dele a pessoa poderia dizer que existe quase um senso budista. Ele se torna quase um Cristo na realidade figurada de O Senhor dos Anéis. Por que você escolheu um Hobbit para este papel? Tolkien: Eu não escolhi. Eu não fiz muitas escolhas quando escrevi a história... tudo que eu estava fazendo era tentar escrever uma continuação do ponto onde terminou O Hobbit. Eu escolhi porque já estavam em minhas mãos, às vezes acho que foi muito mais uma escolha deles do que minha. Gerrolt: Realmente, mas não há nada mais particular sobre a figura de Cristo como Bilbo? Tolkien: Não... Gerrolt: Mas em face ao perigo mais apavorante ele luta e continua, e vence. Tolkien: Mas isso me parece suponho, mais como uma alegoria da raça humana. Eu sempre fui impressionado pelo fato de nós estarmos aqui sobrevivendo por causa da coragem indomável de pessoas bastante pequenas contra desertos impossíveis, selvas, vulcões, bestas selvagens... eles lutam, de certo modo quase cegamente. Gerrolt: Você pretendeu em O Senhor dos Anéis que certas raças deveriam encarnar certos princípios: a sabedoria de Elfos, a habilidade de Anões, a força dos Homens, e assim sucessivamente? Tolkien: Eu não pretendi isto, mas quando você tem estas pessoas em suas mãos você tem que os fazer diferentes. Bem claro que como sabemos no final das contas todos nós conseguimos que a humanidade desse certo, e é só o barro primordial que nós temos. Nós devemos tudo - ou pelo menos uma parte grande da raça humana - ao trabalho de diferentes pessoas com diferentes habilidades. Eu gostaria de ter uma capacidade mental maior para poder criar arte mais elevada, assim o tempo entre a concepção e a execução seria encurtado... porém nós deveríamos gostar mais de tempos mais longos onde poderíamos criar mais. É por isso que, de certo modo, os Elfos são imortais. Quando eu usei o conceito de imortalidade, eu não quis dizer que eles eram eternamente imortais, somente que eles são "provavelmente imortais" e que sua longevidade tem seu contato direto com a habitabilidade da terra. O Anões é claro são bastante óbvios - você não diria que em muitas formas eles o fazem lembrar dos judeus? As palavras deles são obviamente semíticas, construídas para ser semíticas. Hobbits são pessoas inglesas rústicas feitas pequenas em tamanho porque reflete (em geral) o alcance pequeno da sua imaginação - não o alcance pequeno da coragem ou poder oculto. Gerrolt: Há uma qualidade outonal ao longo de todo O Senhor dos Anéis em um momento um personagem diz que a história continua, mas eu pareço ter perdido o rumo dos pensamentos neste ponto... porém entendo que tudo esta enfraquecendo e ficando velho, pelo menos para o fim da Terceira Era tudo gira em torno de transformações. Agora isto parece ser um pouco como Tennyson "a velha ordem dá lugar a uma nova, e a vontade de Deus se cumpre em muitas formas". Onde está Deus em o Senhor dos Anéis? Tolkien: Ele é mencionado algumas vezes. Gerrolt: Ele é o Um? (aqui Gerrolt está fazendo referência a Eru Ilúvatar,também conheçido como "O Um", e não ao Um Anel. Ilúvatar aparece apenas em "O Silmarillion"). Tolkien: O Um... sim. Gerrolt: Você e um ateísta? Tolkien: Oh, eu sou um católico romano. Católico romano devoto. A integra da entrevista pode ser lida clicando aqui. Vejam as questões: substituição de Jesus Cristo, terceira era, velha ordem, nova ordem, onde está Deus no Senhor dos Anéis? Eru Ilúvatar... respostas muito rápidas, sem convicção, pouco inteligentes para um homem com a capacidade mental e intelectual de Tolkien. Sei não... E depois vem dizer que não há a pretensão de se substituir Deus e seu Filho Jesus Cristo... Continuemos com Tolkien e o seu O Senhor dos Anéis. No enredo da trilogia há gnomos e elfos. Vamos ver juntos o que são os gnomos e os elfos: Gnomos "Símbolos de forcas ocultas, da habilidade
artística e do conhecimento de tesouros secretos. Na crença
popular sempre desempenharam um papel ambivalente; de fato, são
seres que pertencem a uma ordem cósmica mais antiga, e, como os
gigantes, personificações de um mundo pré-humano.
Eles evitam o mundo dos homens escondendo seus tesouros em cavernas, para
protegê-los, famosos heróis, como Teodorico de Verona ou
Dietrich de Berna, teriam-nos muitas vezes por inimigos. Embora de baixa
estatura, dispõem de bastante força. Conta-se que os anões
Corrigans das antigas sagas bretãs teriam sido os autores das grandes
construções megalíticas da Bretanha. Na mitologia
nórdico-germanica, os gnomos e os anões desempenham o papel
de seres dotados de um talento artístico bastante especial, embora
caracterizem como hostis aos deuses e aos homens. Dispõem também
de forças mágicas, e só podem ser vencidos através
da astúcia, envolvendo-os, por exemplo, em advinhas que os impeçam
de desaparecer antes que os raios de Sol os atinjam e os transformem em
pedra. Porque vivem no centro da terra, possuem ligações
com o mundo dos mortos e freqüentemente são vistos como o
"pequeno povo" do além. As sagas populares consideram-nos
seres impenetráveis, obstinados e desconfiados, imaginados na maioria
das vezes como velhinhos (ocasionalmente com os pés de pássaros),
que algumas vezes podem ser também agradecidos e generosos. Neste
sentido e interpretado o "anão de jardim", símbolo
da bondade natural e das forças secretas que levam as plantas às
bênçãos da terra. Esta concepção remonta
a idéia pré-cristã de que existiriam protetores secretos
da terra, teoria formulada por Paracelso no início da Era Moderna
- gnomos = protetores do elemento terra. Nas sagas dos mineiros, os gnomos
aparecem por vezes como protetores dos veios auríferos, capazes
de castigar os mineiros ávidos e que possuem um comportamento rude
e vulgar, mas que correm em socorro dos bons mineiros soterrados em galerias
desmoronadas. Na simbologia, a essência do gnomo e bastante provocativa
e maligna, e totalmente incontrolável". Elfos "Divindades aéreas de origem nórdica,
amantes de danças noturnas nos prados, e que parecem convidar os
humanos para unirem-se a elas, mas que na realidade trazem-lhe a morte.
São os espíritos do ar, porém saídos da terra
e das águas, deslumbrantes, caprichosos, pequeninos, flutuantes,
vaporosos, temíveis. Simbolizam as forcas etonianas e noturnas,
que provocam pavores mortais sobretudo nos adolescentes. Pois ao contrário
dos adultos, menos perspicazes menos sensíveis ao imaginário,
ao imperceptível e que por isso nada percebem, os adolescentes
conseguem discernir o elfos na bruma. Estes entes são como as emanações
confusas das paixões nascentes e dos primeiros sonhos de amor.
Fascinam e enfeitiçam os jovens corações e as imaginações
ingênuas. 'de noite que os elfos saem com suas vestes úmidas
na fimbria e sobre os nenúfares arrastam seus pares mortos de fadiga'.
A dama branca é a rainha dos elfos. Certos intérpretes consideram
as rondas dos elfos como condensados energéticos, que imergem do
universo: dai seu poder de fascínio e seu poder de fazer atravessar
as portas que separam os três níveis do universo principalmente
o mundo dos vivos do mundo dos mortos. Eles agem sobre a imaginação
exaltando-a através dos sonhos e aparições, e arrasta
em sua dança o ser seduzido por sua beleza. Simbolizam as forças
inconscientes do desejo, e metamorfoseada em cativantes imagens, cuja
poderosa atração tende inibir o autocontrole e a capacidade
de discernimento". Somente estes dois tópicos serviriam para desqualificar espiritualmente a obra de Tolkien - o "católico romano convicto". Embora se diga que O Senhor dos Anéis seja uma obra que estimula a fantasia. Perigosa fantasia, povoada de seres do inferno. Tolkien criou uma linguagem peculiar e extremamente minuciosa ao narrar cada passo da sua saga. Os detalhes são ricamente explicitados e não é por acaso que seus livros são um sucesso literário mundial. Mas apesar deste sucesso todo, há terríveis comprometimentos espirituais. Substituir Jesus Cristo, querer deixar de lado as verdades divinas é imperdoável. Tolkien diz no prefácio de Sociedade do Anel o seguinte: "Quanto a qualquer significado oculto ou "mensagem", na intenção do autor não existem. O livro não é nem alegórico e nem se refere a fatos contemporâneos". Mas basta ler com atenção o livro ou os livros para se deparar com "mensagens" e intenções ocultas. A própria entrevista de 1971, transcrita parcialmente acima dá a pista. Só não vê quem não quer. Quando escrevi o artigo Harry Potter - O oleiro maldito, citei ali a reportagem da revista Veja, que traz referências aos nomes de Tolkien e C. S. Lewis. Foi o suficiente para que recebesse irados e-mails de adeptos tanto de um como de outro. E para meu pasmo e espanto, de crentes. Teve um que me afirmou que Tolkien era um prestimoso adepto do cristianismo. Creio que a última parte da entrevista nos diz de qual cristianismo Tolkien era adepto. Tolkien, assim como Lewis são elevados a categoria de divindades por muitos cristãos nominais. São idolatrados e adorados como os donos absolutos da verdade. Quanto a Lewis, dizem que os seus livros foram lidos pelos últimos seis presidentes norte-americanos. O que absolutamente não e referencial para nada. Eles leram também Brian Weiss, Deprak Shopra e Paulo Coelho, entre outras tantas porcarias. Lewis escreveu por exemplo, entre tantos outros livros "Crônicas de Narnia", considerado por muitos como um autentico conto-de-fada cristão. Faça-me o favor dizer que um conto-de-fada pode ser cristão? É um verdadeiro conto-do-vigário! Isto sim.... Mas existe gosto para tudo. Nise da Silveira em seu livro Jung Vida e Obra escreveu
o seguinte: "Jung diz que os contos-de-fada tem as suas origens nas
camadas mais profundas do subconsciente, comuns à psique de todos
os seres humanos. Os homens sempre gostaram de histórias maravilhosas.
Assim como as crianças. Afirma ainda que é salutar para
os homens ouvirem a narração dos contos-de-fada, e a narração
de velhos mitos. Jung prossegue dizendo que tanto os mitos quantos os
contos-de-fada são a mais perfeita expressão dos processos
subconscientes. O homem pressentira obscuramente que ali se espelham acontecimentos
em desdobramento no seu próprio e mais profundo íntimo.
Afirma que não se trata de acreditar nos feitos heróicos
e nos encantamentos que as histórias descrevem, e que as verdades
não são tão objetivas e sim subjetivas, que são O professor e escritor Bruno Bettlheim define assim os contos-de-fada: "Os contos-de-fada, considerados por pais e educadores até pouco tempo como irreais, falsos e cheios de crueldade, são para as crianças, o que há de mais real, algo que lhes fala, em linguagem acessível, do que é real dentro delas. Os pais temem que os contos-de-fada afastem as crianças da realidade, através de mágicas e fantasias. Porém, o real, a quem os adultos comumente se referem, é o externo, é o mundo circundante, enquanto que o conto-de-fada fala de um mundo mais real para as crianças. A psicanálise provou que os pais temem que seus filhos os identifiquem com bruxas e monstros, ogres e madrastas e como conseqüência os deixem de amar. Desenvolvem a capacidade de fantasia infantil: fornecem escapes necessários falando aos medos internos da criança, as suas ansiedades e ódios, seja como vencer a rejeição - como em Branca de Neve, ou a rivalidade com os irmãos - como em Cinderela, ou sentimento de inferioridade - como em as Três plumas. Os contos-de-fada aliviam as pressões exercidas por esses problemas; favorecem a recuperação, incutindo coragem na criança, mostrando-lhe que sempre é possível encontrar saída. Finalmente os contos-de-fada consolam e muito: o final feliz, que tantos adultos consideram irreal e falso é a grande contribuição que os contos-de-fada favorecem as crianças, encorajando-as a luta por valores amadurecidos e uma crença positiva da vida". (sic) Fada "Mestra da magia, a fada, simboliza os poderes paranormais
do espírito ou as capacidades mágicas da imaginação.
A fada, personagem que se confunde com a mulher, é uma das mensageiras
do outro mundo. Elas foram pouco a pouco subindo do fundo da terra, até
chegarem a superfície, onde se tornaram, na luminosidade do luar,
espíritos das águas e da vegetação. A fada
jamais deixa de existir, embora sob outra forma, que está ligada,
em sua essência, e tal como ela própria à vida continua,
a vida eterna. Numa das suas fases a fada precisa se despojar da sua aparência
humana, para adotar a de uma serpente - epifania animal - a vida eterna." Pobres crianças, que são criadas sobre os preceitos dos malditos contos-de-fada.... Não há como se concordar com tais preceitos. Além do que nos tais contos, não existe o núcleo familiar. Quem manda, orienta, comanda invariavelmente é sempre um tio, um tutor, etc. Ou em O Senhor dos Anéis, Frodo não é sobrinho de Bilbo? Ou na saga do oleiro maldito, quem manda não é o tio Walter? Já repararam que nunca pai e mãe comandam nada nos contos-de-fada? Porque será? Qual é o maior desejo do príncipe deste mundo? Destruir a família. Ou não é? Outra coisa, é comparar os escritos de Tolkien com os escritos de J. K. Rowling, a nefasta criadora de Harry Potter, dizendo que eles têm, a mesma temática, e depois dizer que o primeiro é um escritor "cristão", é muito complicado. Já pensaram irmãos se alguém vem nos dizer que os escritos inspirados de Paulo, corroboram o espiritismo, porque eles nos dão uma visão ampla de uma vida futura? Seria o fim da picada, não? Que o filme O Senhor dos Anéis será sucesso, isto é inquestionável, e pretendo assistí-lo, assim como o do oleiro maldito. Assim como tenho lido toda a obra de Tolkien, Lewis, e Rowling, e lido o suficientemente para descobrir o quanto somos enganados por uma literatura que pretensamente é dedicada a jovens e crianças, e que os contamina espiritualmente. Nós crentes em Cristo temos o dever de nos insurgir contra as obras malignas das trevas mimetizada em obras pueris, é mais uma das (muitas) artimanhas do verdadeiro senhor das trevas. Os devotos de Tolkien certamente reagirão com fúria desmedida contra este arrazoado, que visa esclarecer e orientar os crentes em Cristo do verdadeiro sentido dos escritos, mas não me importo com isto, pois o meu reconhecimento e objetivo é outro, é uma Esperança, que não encontro em livro algum de Tolkien, Lewis, Rowling, é Jesus Cristo - o autor e consumador da nossa fé. Nada há contra quem gosta de Tolkien e congêneres. Deus os ama da mesma forma, e quer que todos eles alcancem o perfeito entendimento através de Jesus Cristo. Basta que eles O queiram. Quem quiser que fique com gnomos, elfos, anão, duendes, as fadas, os monstruosos orcs; enganados e iludidos. Eu vou com Jesus, e tenho a esperança de uma vida venturosa no porvir. E você? Fonte: Website Aleluia.com.br. |