O
Estado do Vaticano Não Pode Gloriar-se do Seu Passado
Todas as nações orgulham-se de seus heróis e festejam seus benfeitores, mas o Estado do Vaticano evita mencionar seu passado ou reproduzir a biografia de muitos de seus papas, cujas vidas não harmonizaram com o que diziam representar. Pressionam para que esqueçamos o passa-lo da Igreja e de muitos papas, mas com seus métodos, açôes e intolerância revelam que "Roma será sempre a mesma". Em 1215 o Papa Inocéncio III proclamou-se "Vigário de Cristo no Céu e no Inferno"; a seguir, proibiu a leitura da Bíblia, instituiu a Inquisição e mandou massacrar milhares de Cartaros (albigenses) Cristãos. O Papa
Nicolau V, ano 1447, autorizou o Rei de Portugal, guerrear povos africanos,
tomarlhes Durante
a Idade Média (anos 500 a 1700), o papado eliminou 50 milhões de Cristãos,
uma média Tuta scelera esse possunt, secura nom possunt. Na inquisição a "crueldade era tanta que desenterravam os cadáveres, puxavam-nos pelas ruas, depois os queimavam". (Languedoc Tomo III). O astrónomo Galileu foi ameaçado pela inquisição pôr afirmar que a "terra gira em torno do Sol". Temendo a fogueira retratou-se mas ainda de diante do papa reafirmava aos seus amigos: "Mas que gira, gira". Em 1534, surgiu no cenário do Catolicismo uma Ordem sinistra: foi a que mais sangue derramou: Propunha "varrer da terra os Maçons, Muçulmanos e Protestantes". Essa Ordem foi fundada pôr um espanhol, Inigo Lopes de Recalde, ex-pagem da corte e militar. Ferido numa batalha, perdeu sua aparência física: não podendo mais fazer a corte, adotou o pseudónimo de Inácio de Loióia, pôr ter nascido no Castelo de Loióla, e fundou a Ordem dos Jesuítas. Agem de tal forma na sociedade que devido seus estratagemas, os bons dicionários os identifica como Hipócritas e astuciosos. O Papa Clemente VII os repudiava chamando-os de "intrigantes", outro papa. Clemente XIV ano 1773, aboliu a Ordem, mas Pio VII, ano 1800, restaurou os jesuítas que se dizem "Defensores do Papa e braço direito da Igreja". Os Jesuítas foram expulsos de Portugal em 1759, da França em 1762, da Dinamarca em 1766, da Espanha em 1767. Também foram expulsos de Malta em 1768, etc., etc... (Lima: História da Civilização. Pág. 449). Na segunda Guerra Mundial o Clero abençoava publicamente as tropas de Mussoline que partiam para massacrar a Abissínia na esperança de implantar naquele país a "Santa Madre Igreja católica" caso a Itália triunfasse. Após a Guerra encontramos o Estado do Vaticano fornecendo passaportes falsos, facilitando a fuga de criminosos de guerra como o caso do carrasco nazista Eichemann. Dom Luciano Cabral referiu-se a uns 80 a 100 bispos "progressistas" que pôr índole seriam semelhantes aos dois padres franceses que insuflaram homens uns contra os outros no Norte do Brasil e aos "padres que lutaram ao lado de Fidel Castro na Sierra Maestro". (Veja, 30-1-80). |