Volta e meia o mundo é sacudido por algum
fato, história ou boato a respeito do 'fenômeno' Beatles. Nenhuma banda
ou grupo, em tempo algum, conseguiu influenciar tanto, tantas gerações
seguidas como os Beatles. Mesmo após terem se passado três décadas da
separação da banda, ainda se percebe vez ou outra alguma influência,
seja nos sons, ritmo ou letras que lembram algo deles. A verdade é que
o rock estava em declínio nos Estados Unidos, quando os Beatles surgiram,
no início dos anos 60. Os principais líderes da revolução rock haviam
saído de circulação. Elvis Presley estava no exército e Chuck Berry
na prisão. Buddy Holly e Eddy Cochran haviam morrido. Enfim, a música
pop, que havia surgido na década anterior apresentava evidentes sinais
de desgaste. A banda foi, portanto, um dos maiores canais de divulgação
das seitas orientais, do uso indiscriminado das drogas, principalmente
as alucinógenas(vide LSD no glossário) e da rebeldia deflagrada
contra a sociedade já desgastada e de certa forma conservadora.
Como
tudo começou...
O 'gosto' pelas mensagens subliminares começou
depois de uma visita do ex-beatle George Harrison à India
em 1966, com sua mulher Patti Boyd, quando foi iniciado na seita hindu
conhecida como Hare Krishna, pelo guru Maharishi
Yogi, tornando-se adepto do movimento e seu maior divulgador no mundo
ocidental. Em 1968, Harrison convence os outros beatles a viajar também
para a Índia e conhecer o guru Maharish. O movimento Krishna cresceria
de maneira assustadora, principalmente por causa da divulgação dos conteúdos
[a maioria subliminar] da seita, através das canções, das capas e encartes
dos discos do grupo, a partir de então. Estas influências podem ser
destacadas principalmente nos discos: My Sweet Lord (Meu doce senhor)
ouça na seção "Na música", Living in the Material World (Vivendo no
mundo material), Within You, without You (Dentro de você, sem você),
The Hare Krishna Mantra (O mantra Hare Krishna). O excesso
no uso indiscriminado de drogas, o orgulho exacerbado devido à fama,
status e muito dinheiro, foram pouco a pouco minando e desagregando
a união do grupo, até a dissolução total, quando cada um seguiu sua
carreira solo. Não custa lembrar a infeliz e 'maldita' declaração de
Lennon, que eles, Beatles, eram mais populares que Jesus Cristo. E aí,
o sonho acabou...
As Mensagens Subliminares
nas Músicas:
"Free as a bird" - Veja
neste clipe dos Beatles, exibido no programa Fantástico da Rede Globo
de Televisão, a comprovação da existência do Backward Masking.
Clique aqui!
- O
Consumo de Drogas:
George Harrison e John Lennon foram os
primeiros beatles a experimentar o LSD, em 1965 (só para confirmar o
estereótipo de "mais careta", Paul ainda resistiria ao ácido até 68).
Folha de S.Paulo-1º/dez/01
A canção "Lucy in the Sky with Diamonds" tem como iniciais as letras
L.S.D, droga muito difundida na década de 60. Caetano
Veloso, no movimento contemporâneo aos Beatles no Brasil, chamado tropicália,
repetiria a dose com a canção "Sem Lenço Sem Documento", que também
tem a mesma sigla - L.S.D. A canção "Day in the life" diz respeito a
uma atemorizante viagem psicotrópica. "Yellow Submarine", grande sucesso
do grupo, era na verdade uma gíria para drogas. A canção "Magical mystery
tour" faz o seguinte convite: '...Arregace sua manga, arregace sua manga,
a tournée e misteriosa vem para lhe arrebatar...' A canção "Hey Jude",
que pode ser traduzida também como 'Hey viciado' faz uma alusão clara
às drogas, mais especificamente à uma agulha debaixo da pele: '...Lembre-se
de deixá-la entrar debaixo de sua pele, e então começara a sentir-se
melhor'. A revista Time depois de analisar o álbum "Sgt. Pepper's Lonely
Hearts Club Band" (A Banda do Clube dos Desamparados do Sargento Pimenta,
gravado em 1967), descreveu o trabalho como 'ensopado' nas drogas.
-A Necrofilia:
Estive analisando o 'Álbum Branco' e certamente a música (se é que pode
classificá-la desta forma) "Revolution # 9" é a mais estranha e misteriosa
de todas as músicas que o grupo produziu. O que mais nos chamou a atenção,
é que ela lembra uma alucinante viagem de ácido, e, dentre os sons de
sirenes, gemidos de crianças, grunhidos de porcos, metralhadoras, etc.,
a única frase inteligível é "Number Nine". Ora, isso nos levou quase
que instintivamente a ouvir esta frase, em rotação contrária, e qual
foi a nossa surpresa, a frase em 'backward masking' diz: "Turn me on
DEAD man" - Excite-me homem morto! É sem dúvida, uma clara referência
subliminar à necrofilia.
- O Ocultismo:
Na canção "Revolution # 9", este número é repetido várias vezes nesta
música. O número 9 é um dos números mais usados na Cabala.
As canções "Helter-Skelter" (Grande Confusão), "Blackbird" (Pássaro
Negro), "Piggies" (Porcos), "Revolution 1" e "Revolution # 9", contém
mensagens declaradamente ocultistas, contidas nas entrelinhas, ou seja
- subliminares, e, o mais interessante, estas cinco, fazem parte do
"Álbum Branco"
- A Violência:
Uma das músicas que incitam ao crime é "Piggies". A parte final desta
música, descreve casais de Piggies (porcos) comendo bacon de garfo e
faca. Na canção "Revolution # 9" nós observamos sons de metralhadora
disparando e pessoas chorando, gritando ou morrendo.
As Mensagens Subliminares nas Capas:
Sgt. Pepper's (1967) - Título da 1ªfoto: "Sgt.
Pepper's se tornou o hino oficial da cultura hippie" (S.Lawhead, Rock Reconsidered). Afirma-se que
o grupo gastou cerca de 400 horas com a gravação deste álbum, das quais
200 foram empregadas na inserção de mensagens subliminares (Youth Aflame-out/82).
Este álbum é caracterizado pela policromia modal (entrelaçamento de
ritmos, utilização de recursos técnicos e música erudita). Este trabalho
marca também a transição do rock tradicional para o rock progressivo.
Sobre a morte de Paul McCartney representada nesta capa, veja os comentários
em 'Paul is Dead'. Analise como é estranha esta declaração de Paulo
Coelho (As Valkirias-pág.127) sobre esta capa:
"...E as pessoas sempre respeitam mais aquele que diz coisas que
ninguém entende. Do resto - Hare Krishna, Meninos de Deus, Igreja de
Satã, Maharishi -, do resto todo mundo participava. A Besta - a Besta
só para os eleitos ! "A lei do forte", dizia um texto dela. A Besta
estava na capa do Sargent Pepper's, um dos mais conhecidos discos dos
Beatles - e quase ninguém sabia. Talvez nem os Beatles soubessem o que
estavam fazendo quando colocaram aquela fotografia lá."
Paulo Coelho, ex-parceiro de Raul Seixas na composição de dezenas de
músicas, neste trecho estava fazendo uma citação ou referência
à foto de Aliester Crowley, que estaria colocada nesta
capa. Crowley (falecido em 1947), de quem eram discípulos indiretos,
pois nem Raul, nem Coelho chegaram a conhecê-lo pessoalmente, é considerado
o maior satanista deste século, e até hoje é cultuado por seus seguidores,
que por sua vez usava também este nome "A Besta". Conta-se que certa
vez, durante um ritual satânico, sado-masoquista, Crowley fizera com
que uma mulher praticasse uma relação sexual com um bode (o animal mais
cultuado dentro do satanismo) e no momento do orgasmo, este teria imolado
o animal, cortando seu pescoço. Vide glossário.
A Verdade
sobre "Paul is Dead"
A morte de Paul:
Com certeza o fato mais surpreendente envolvendo
a banda e que até hoje tem gerado polêmicos debates, começou em agosto
de 1966, quando os Beatles se apresentaram pela última vez ao vivo em
São Francisco (EUA): - Paul is Dead. Três anos depois, a mais saborosa
história do mundo do Rock, 'vazou' nos EUA, através de um DJ de uma
rádio de Detroit, Russ Gibb. Esta tese, que deu notoriedade a Russ,
levou-o a percorrer várias partes do planeta a fim de participar de
debates a respeito do assunto.
A tese:
Paul McCartney foi tragicamente decapitado
em um acidente automobilístico na Inglaterra, e, para que o grupo não
se desfizesse, uma vez que estava no auge do sucesso, a gravadora Capitol
convocou um sósia para substituí-lo, um tal de William Campbell (com
o mesmo talento de Paul), rapaz que nunca mais foi visto em sua cidade.
John Lennon, que jamais aceitara a idéia da farsa, começou a espalhar
dicas ou pistas subliminares para os fãs do grupo, sobre a morte do
parceiro, nas famosas capas e nas letras dos álbuns da banda. O mito
"Paul is Dead", conforme ficou conhecido e popularizado o fato, começou
a ser divulgado em 1969 e, a verdade sobre sua morte, teria vazado nos
Estados Unidos, através de um DJ de uma rádio de Detroit. A notícia
correu o mundo, virou obsessão de fãs-detetives durante anos, se transformou
em livros, especiais de TV, sites e filme. O material de pesquisa desta
página é do autor do site. Somente as relacionadas a Abbey Road, fazemos
citação de Hendrik, e Lúcio Ribeiro (reportagem local) da Folha de S.Paulo
(20/10/00). Se você tiver algum material, que possa acrescentar mais
informações, mande seu e-mail e a fonte, que estaremos publicando. Apesar
de ser veementemente negado por todos os envolvidos, as inúmeras provas
pesquisadas corroboram o "Paul is Dead". Confira você mesmo!
As 'Dicas'
Subliminares deixadas por John:
- Na
capa do "Abbey Road" - 1969
É sem dúvida a capa mais polêmica de todas
pesquisadas. Recentemente (21/out/00) a Mostra Internacional de Cinema
de São Paulo, apresentou "Paul is Dead". O filme revive o boato da morte
do ex-beatle Paul McCartney, em 1966, quando a banda estava no auge.
O filme é autobiográfico já que seu produtor conta a história exatamente
como a conheceu: quando tinha 12 anos e ouviu-a no rádio. O filme é
um trabalho de mestrado do diretor Hendrik Handloegten, 32, alemão formado
na German Film and Television Academy. (Folha de S.Paulo-20/out/2000).
Alguns estudiosos realmente constatam diferenças nas músicas compostas
antes e depois de 66, por Paul.
O Funeral
- Os 4 Beatles, andando em fila, simbolizam a procissão de um enterro.
John , de branco, seria o padre ou um médico; Ringo, de preto, o agente
funerário; Paul é o morto, e Harrisson trajando um surrado jeans, seria
o coveiro.
O Carro na Rua
- Um carro parece vir em direção a Paul. Ou, como os ingleses dirigem
na mão esquerda, parece que o carro já atingiu Paul e segue em frente
O Carro de Polícia -
Um carro de polícia, entre John e Ringo, esta parado. Parece estar atendendo
a alguma ocorrência, como um acidente de trânsito.
A Mancada
- A mancada maior, o cigarro na mão direita de Paul. Ele era canhoto.
Erro do sósia?
Pés descalços - Paul é o único beatle de pés descalços. Há
um costume de ingleses ser enterrado de pés descalços. Detalhe: seus
olhos também estão fechados.
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A Chapa do Carro
- A chapa de um fusca que aparece à esquerda traz a inscrição LMW
28IF. O LMW poderia significar a abreviação de "Linda McCartney Weeps"
(Linda McCartney Chora) ou "Linda McCartney Widow" (Linda McCartney
Viúva). O 28IF seria "28 years IF alive", o mesmo que 28 anos SE vivo,
se referindo à idade de Paul à época do disco, se não tivesse morrido.
Paul, na verdade, tinha 27. Mas, era o dito, em religiões indígenas
a idade de uma pessoa é contada a partir da gestação. Então ela já tem
9 meses quando nasce. Logo, Paul teria 28 anos, na época.
Os Furos na Parede
- Observe os furos na parede antes da palavra "Beatles". Agora ligando
os furos, notamos que forma-se a frase "3 Beatles"

- Na
capa do "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club
Band - 1967
Esta capa está recheada de mensagens subliminares.
Na verdade, todo o conjunto de elementos desta capa estão retratando
uma espécie de funeral. Observe o esquife (caixão) coberto de flores
vermelhas. Abaixo dele há um arranjo de flores amarelas, com a forma
de um contra baixo, de canhoto, que seria de Paul !
O Contra-baixo
de Canhoto - O contra-baixo colocado nesta capa, composto
de flôres amarelas é na verdade um instrumento próprio para canhotos.

O Local do Enterro
- Observe que no final da palavra "Beatles" está a
letra "o" (composta por flores vermelhas), formando assim a frase "Be
at Leso", nome do suposto local onde estaria enterrado Paul.

A morte anunciada
no Tambor - "He Die"
Se colocarmos um espelho no meio da palavra
"HEARTS", que está escrita no bumbo, aparece "HE DIE", algo parecido
com "ele morre"

No álbum
"Magical Mystery Tour" - 1967
No final da música "Strawberry Fields Forever"
se ouve ao fundo John Lennon dizer "I buried Paul" (eu enterrei Paul).
Outro fato estranho, você observa nesta
foto, do encarte, onde Paul é o único dos quatro Beatles que está com
um cravo preto na lapela do paletó, enquanto os outros estão com cravos
vermelhos.

Glossário:
Aliester Crowley
- "Este livro estabelece
um simples Código de Conduta/ Fazei o que quiserdes; isto será o resumo
da lei./ O amor é a lei, o amor sob a vontade./ Não há lei alguma maior
do fazei o que quiserdes" - A Lei (Thelema Publications, Kings Beach-Califórnia)
Esta era
a Lei de Thelema, de Aleister Crowley, que também usava o título mágico
de Perdurabo ("resistirei até o fim"), o mais infame divulgador da magia
negra de todos os tempos. Um indivíduo tão mal que foi expulso da Ordem
Hermética da Aurora Dourada [uma sociedade inglesa de magia à qual se
filiou em 1898], sob a acusação de ter violado toda lei moral, desde
fornicação até homicídio. Um indivíduo que acreditava piamente ser a
Besta do Apocalipse, e, revoltando-se contra Deus, declarava abertamente
que sua missão era destruir o cristianismo, estabelecendo em seu lugar
a religião de Thelema (do grego=vontade). Durante sua vida, praticou
toda ordem de desvios sexuais, inclusive molestando crianças. Durante
um ritual em 1921, ele induziu um bode a copular com sua amante, depois
cortou a garganta do animal, no momento do orgasmo. Crowley se transfere
para os EUA, depois de ser expulso da Itália, quando as autoridades
acusam Crowley e seus discípulos de sacrificar crianças em rituais de
ocultismo. Milhares de pessoas em todo mundo ainda hoje, seguem os ensinamentos
deste indivíduo bissexual que, desde criança era tão mau que a própria
mãe, cristã, lhe coloca o apelido de "A Besta". Ensinamentos que, entre
outras coisas, prega que a concupiscência desinibida e a liberdade licenciosa
são os caminhos para a verdade espiritual. Morreu muito pobre, em 1947,
viciado em drogas e incapaz de falar ou se comunicar com coerência com
o mundo à sua volta. Morreu como um indigente, sem perspectivas, sem
Deus...
Cabala - Tratado filosófico-religioso hebraico que coexistiu com a
religião popular dos hebreu. O conteúdo deste tratado, constitue-se
na decifração dos simbolismos dos números e das letras.
Charles
Manson - Manson é a prova mais concreta dos efeitos das mensagens
subliminares dos Beatles. Ninguém interpretou mais realisticamente e
encarnou tão enlouquecidamente as mensagens contidas nas entrelinhas
dos trabalhos dos Beatles, como Charles Manson, ou Charles The "Man's
Son" (Charles, o filho do Homem, maneira pela qual era chamado Jesus
Cristo, no evangelho). Não assinava mais Charles Milles Manson, mas
"Charles Will is Man's Son" Charles era o líder e uma espécie de guru
de um pequeno grupo de hippies chamado 'A Família', que viviam na periferia
das cidades, vendendo drogas, praticando sexo grupal, roubando e realizando
cerimônias ritualisticas. Ficavam ouvindo durante horas seguidas suas
canções em busca de pistas e símbolos ocultos. Eram na verdade uma espécie
de seita, destas apocalípticas de alucinados fanáticos que volta e meia
aparecem na mídia atual. Quando os Beatles lançaram o 'Álbum Branco',
ele gastou muito dinheiro (em cartões de crédito roubados, claro!) ligando
para Londres e deixando recados como "Diga ao Paul e ao John que eu
entendi tudo !", como se as mensagens do disco fossem realmente dirigidas
a ele. Em 9 de agosto de 1969, Manson começaria a ter notoriedade internacional
como um dos ícones mais idolatrados deste século. Ex-presidiário, carismático
e desesperadamente apaixonado pelos Beatles, Manson e a 'família' cometeriam
um dos crimes mais hediondos da história. Cinco pessoas pagaram com
a vida, as loucas interpretações das letras das músicas inspiradoras
dos homicídios. Eles entraram na mansão em Beverly Hills, alugada pelo
cineasta Roman Polanski (diretor de 'O bebê de Rosemary'). Curiosamente
uma das vítimas era sua esposa, a bela Sharon Tate, atriz promissora,
com 26 anos de idade e que estava grávida de oito meses. Mesmo assim,
ela não foi poupada, seu corpo foi perfurado 16 vezes pela longa lâmina
de uma baioneta, e depois, enforcada. Os assassinos confessaram depois
que gostariam de ter arrancado o bebe de sua barriga. Na noite seguinte,
o grupo entraria em outra mansão e repetiria a tragédia com o casal
Leno e Rosemary La Bianca, proprietários de uma rede de supermercados,
considerados "piggies", porcos, para Manson. Vicente Bugliosi, que foi
designado pela justiça norte-americana como promotor para atuar nos
casos Sharon e La Bianca, no final do processo escreveu um livro sobre
o caso com a colaboração de Curty Gentry (Manson: Retrato de um crime
repugnante. Tradução de A.B.Pinheiro Lemos. Editora Record-1978. R.Janeiro.
705 páginas). Vicente constatou a incrível semelhança da cena que viu,
o casal morto com dezenas de golpes de garfos e facas e na parede, escrita
com o próprio sangue, a frase "Death to Piggies" (morte aos porcos)
com a música dos Beatles - "Piggies". Segundo Manson, os brancos ricos
eram os 'piggies' e a revolução negra era descrita em 'Blackbird' e
'Revolution #9' virou 'Revelacão 9' como sinal de sua confusa ideologia,
fazendo analogia ao livro do Apocalipse do Novo Testamento. Outra música
que o levou a prática de crimes foi "Helter-Skelter", onde se ouve grunhido
de porcos e metralhadora disparando. Cria também que os Beatles eram
os quatro anjos mencionados no livro do Apocalipse, último livro da
Bíblia, e que ele, Charles era o quinto anjo do mesmo livro, ou o quinto
beatle, Stuart Sutcliff, que em 1962, morrera na Alemanha. Se as teses
de Vicente Bugliosi são infundadas, por que G.Harrison não permitiu
as citações das letras do grupo em seu livro?
Manson continua
fazendo discípulos: - Mesmo
cumprindo prisão perpétua numa penitenciária, Manson continua fazendo
discípulos na música pop. Um dos casos mais recentes foi o de Axl Rose,
da banda Guns N'Roses. "The Spaghetti Incident" seria apenas mais um
disco da banda, se entre as músicas não houvesse a "Look at your game,
girl" de ninguém menos que Charles Manson. Axl que durante muitos shows
da banda também desfilou com a imagem de Manson estampada numa camiseta,
tentou justificar a escolha da canção de Manson, um dos assassinos mais
frios que o mundo conheceu, porque a música tinha uma letra 'interessante'.
O mais novo fã usa o nome de Manson junto com o de Marilyn Monroe, no
seu nome artístico. Trata-se de Marilyn Manson, andrógino, bissexual,
satanista assumido que chega a assustar até mesmo metaleiros pesados,
fãs de Iron Maiden, Ozzy e companhia. Anton La Vey, autor da Bíblia
satânica e fundador da Igreja de Satã, nos Estados Unidos (já falecido),
consagrou Marilyn sacerdote satanista antes de falecer.
George Harrison -
Nasceu em Liverpool (Inglaterra) em 25 de fevereiro de 1943.
Conhece Paul McCartney no ônibus escolar em 1956. Em 57 conhece o grupo
de rock "The Quarrymen" de John Lennon, através de Paul, onde passa
a tocar no ano seguinte. Convertido ao hinduismo, tornou-se aluno do
citarista Ravi Shankar, conduziu os beatles à India. Em 1995 volta a
reunir-se com os remanescentes do grupo para gravar "The Beatles Anthology".
Em dezembro de 99 é esfaqueado no peito por Michael Abram, que invadiu
sua casa, em Londres. Detalhe: o invasor é obcecado pelos Beatles. Em
maio de 2001, é submetido à uma cirurgia para retirada de um câncer
no pulmão. No dia 30 de novembro de 2001, é anunciada, um dia depois,
a morte do ex-beatle, aos 58 anos, em decorrência de um tumor no cérebro,
causado por câncer.
Guru - Palavra de origem sânscrita que significa "professor".
Guru é uma espécie de instrutor espiritual, mestre ou preceptor de doutrinas
éticas e metafísicas.
Hare Krishna
- (Hare=modo imperativo do verbo Hara, que significa 'vibrar', e
Krishna é o nome de um deus na Índia). Nome pelo qual é conhecida a
Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna (ISKCON-Internacional
Society for Krishna Consciousness) é um tipo ortodoxo de hinduísmo vedantista.
Foi fundado pelo guru Abhay Charan de Bhaktivedanta Swami Prabhupada,
que ficou encarregado de divulgar a seita ao ocidente. Prabhupada vai
aos EUA em 1965 e em 1966, começa o culto hindu de Krishna, em Nova
York. O presidente da ISKCON de N.York, por ocasião da morte de Prabhupada,
em 1977, afirmou que o guru "foi um gênio mundial, maior que Jesus Cristo".
É mole?!
LSD - Alucinógeno.
É a sigla da substância dietilamida do Ácido Lisérgico (ácido encontrado
no cogumelo Claviceps purpurea). É o alucinógeno mais conhecido, que
provoca ilusões e alucinações, altera a percepção do tempo e distância.
É uma das mais potentes drogas existentes. Substância semi-sintética,
encontrada normalmente sob a forma de solução ou comprimidos. Droga
muito conhecida e popularizada apenas como "ácido", causador das conhecidas
"viagens psicodélicas", uma espécie de alucinação e excitação provocadas
pelos efeitos da droga sobre o organismo. Seu efeito pode levar a uma
"viagem sem volta", com irreparáveis danos psíquicos, acessos de loucura
e, muitas vezes, à morte do usuário. Consultando ex-usuários do LSD,
concluimos que, mesmo após semanas da utilização da droga, seus efeitos
ainda podem ser manifestados. Dilata as pupilas dos olhos, aumenta a
pressão arterial e o batimento cardíaco. Causa dependência psíquica.
Mantra - Palavra
de origem sânscrita, significa "vocalização". São técnicas de emissão
de sons repetidos exaustivamente, produzindo efeitos psicossomáticos
ou de ordem espiritual, como é o caso da técnica milenar, Mantra Yoga.
Os mantras também são utilizados como invocatórios de entidades, semelhantes
aos utilizadas nos introdutórios dos cultos de origem africana, como
Umbanda, Candomblé, Vodu, etc.)
Necrofilia -
É uma espécie de atração sexual mórbida, doentia,
por cadáveres. Este tema aparece muitas vezes, de forma subliminar em
várias músicas internacionais e também na MPB.
Fontes:
Jornal
Folha de São Paulo - 31/dez/1999 - 20/out/2000 - 1º/dez/2001
Filme "Paul is Dead" (Paul está morto) - Longa metragem do cineasta
alemão Hendrik Handloegten - Out/2000. O filme na verdade é um trabalho
de mestrado de Handloegten, 33, alemão formado na German Film and Television
Academy. O filme estava no rol dos badalados nomes da Mostra Internacional
de Cinema de São Paulo, megaevento realizado em Outubro de 2000.
Guia Prático do Orientalismo - José Augusto M.
Torres - Ed. Parma Ltda -
''Também vale conferir o www.mensagemsubliminar.com.br/beatles.htm.
A página explica - a sério - as supostas mensagens que os Beatles teriam
deixado nas capas de seus discos para avisar sobre a "morte" de Paul
McCartney, hoje com 59 anos - segundo uma lenda, ele teria sido substituído
por um sósia nos anos 60" - Jornal Folha de S. Paulo - 17/out/01
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